domingo, 1 de novembro de 2015

A deus

Nao sei o teu nome; nao sei quem es; nao sei de onde vieste e nao sei onde estas nem para onde iras. O que sei é muito pouco. Sei que existes; sei que estas por ai; sei que sentes e que sabes que sei. E sei que os teus caminhos se cruzaram com os meus e caminhamos juntos. Para tras ficavam outras vidas e o horizonte la a frente abria novas esperanças e sonhos. Depois, um dia, outras estradas indicavam outros caminhos e seguimos rumos diferentes. Agora ando perdido e percorro atalhos que levam nao sei onde. Lembro o adeus como o momento em que morri.

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