sexta-feira, 8 de agosto de 2025

banco da praça II

Ca estamos de novo …
Eu e ela .,
Praça vazia . Noite caindo de forma serena e tranquila . 
Jean Paul Sartre sentava-se no banco de jardim para dizer mal de todos de tudo e da vida . Caia na Nausea que achava ser o Destino da humanidade. E regressava a casa rabujento pessimista e enraivecido. 
Eu sento-me neste banco e ao ouvir as andorinhas a chilrear ao ver as luzes em meia claridade ao sentir esta paz e tranquilidade penso como a vida è bela como gosto de viver e como è tão bom estar aqui e agora. 
A Thalita fareja corre senta-se e de novo se levanta para correr. Parece feliz . Como eu . 
Que bom estar aqui sem ser daqui . Que bom não ter Nausea . 
Creio que Sartre perdeu uma bela oportunidade para ser grato a quem um dia lhe deu a vida e um banco de jardim. 

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