Eu e ela .,
Praça vazia . Noite caindo de forma serena e tranquila .
Jean Paul Sartre sentava-se no banco de jardim para dizer mal de todos de tudo e da vida . Caia na Nausea que achava ser o Destino da humanidade. E regressava a casa rabujento pessimista e enraivecido.
Eu sento-me neste banco e ao ouvir as andorinhas a chilrear ao ver as luzes em meia claridade ao sentir esta paz e tranquilidade penso como a vida è bela como gosto de viver e como è tão bom estar aqui e agora.
A Thalita fareja corre senta-se e de novo se levanta para correr. Parece feliz . Como eu .
Que bom estar aqui sem ser daqui . Que bom não ter Nausea .
Creio que Sartre perdeu uma bela oportunidade para ser grato a quem um dia lhe deu a vida e um banco de jardim.